Bancada do cocar

mulheres indígenas na política

foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

No Acampamento Terra Livre, que reuniu mais de 100 povos indígenas e cerca de 8 mil pessoas, em Brasília em 2022, foi lançada a pré-candidatura de uma bancada indígena para as eleições legislativas.

foto: fabio rodrigues pozzebom / Agência Brasil

Candidatas indígenas se organizaram em uma frente com mais de 15 mulheres que disputarão cadeiras nas assembleias estaduais e no Congresso Nacional.

foto: fabio rodrigues pozzebom / Agência Brasil

“Chegamos dizendo que vamos aldear a política porque, se é no Congresso Nacional e no Poder Executivo que estão decidindo nossas vidas, é ali que teremos que estar”.

sonia Guajajara

foto: reprodução

Pré-candidata a deputada federal (PSOL/SP), ela é também coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

foto: reprodução

“Respondi ao chamado dos povos indígenas que queriam ter seus direitos representados no Congresso”

Em 2018, Joenia Wapichana foi a primeira mulher indígena eleita deputada federal (Rede/RR)

foto:Joenia Wapichana_via instagram /

Célia Xacriabá, pré-candidata à deputada federal (PSOL/MG), falou à Alma Preta sobre as dificuldades para chegar ao Legislativo

"A luta das mulheres indígenas para entrar no parlamento passa pela deslegitimação da força e da intelectualidade ....”

foto: Marcello camargo / Agência Brasil

“Nós também não somos conhecidas, temos que conquistar a credibilidade e a confiança das pessoas. E para isso é preciso dinheiro para fazer uma boa campanha e estar nos meios de comunicação", disse.

foto:@thiagoyawanawa

Durante um encontro da Apib com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin defendeu mais mulheres indígenas na política.

foto: reprodução

A pré-candidata Sônia Guajajara destacou na reunião como fazer uma campanha no Brasil é algo muito difícil.

“Nas últimas eleições, pudemos lançar candidatos e candidatas que nos representassem verdadeiramente, mas o resultado ainda é pequeno”, enfatizou.

apib oficial

“Antes de amar nossa pátria, precisamos amar nossa mátria, que é uma mulher indígena”, disse Célia Xakriabá durante o Acampamento Terra Livre em Brasília.

foto: Marcello camargo / Agência Brasil

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